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Pensar é o maior ato de rebeldia
"Ensina-se-lhes que sejam valentes, para um dia virem a ser julgados por covardes!
Ensina-se-lhes que sejam justos, para viverem num mundo em que reina a injustiça!
Ensina-se-lhes que sejam leais, para que a lealdade, um dia, os leve à forca!
(...)
Não seria mais humano, mais honesto, ensiná-los, de pequeninos, a viverem em paz com a hipocrisia do mundo?
Quem é mais feliz: o que luta por uma vida digna e acaba na forca, ou o que vive em paz com a sua inconsciência e acaba respeitado por todos?"
Felizmente há Luar, 1961; Luís de Sttau Monteiro
Ao desconcerto do mundo
Os bons vi sempre passar
No mundo graves tormentos;
E, para mais me espantar,
Os maus vi sempre nadar
Em mar de contentamentos.
Cuidando alcançar assim
O bem tão mal ordenado,
Fui mau, mas fui castigado:
Assim que, só para mim,
Anda o mundo concertado.
Luís Vaz de Camões, século XVI
Ensina-se-lhes que sejam justos, para viverem num mundo em que reina a injustiça!
Ensina-se-lhes que sejam leais, para que a lealdade, um dia, os leve à forca!
(...)
Não seria mais humano, mais honesto, ensiná-los, de pequeninos, a viverem em paz com a hipocrisia do mundo?
Quem é mais feliz: o que luta por uma vida digna e acaba na forca, ou o que vive em paz com a sua inconsciência e acaba respeitado por todos?"
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| Medi Belortaja (Albânia), sem título |
Ao desconcerto do mundo
Os bons vi sempre passar
No mundo graves tormentos;
E, para mais me espantar,
Os maus vi sempre nadar
Em mar de contentamentos.
Cuidando alcançar assim
O bem tão mal ordenado,
Fui mau, mas fui castigado:
Assim que, só para mim,
Anda o mundo concertado.
Luís Vaz de Camões, século XVI
Mães Tóxicas - Elas também existem
Olá a todos/as. O post de hoje vai falar de um assunto mais sério e pessoal. De certeza que já ouviram falar em pessoas tóxicas e se calhar até são capazes de conhecer algumas. E quando falo em pessoas tóxicas estou a falar mais especificamente de mães tóxicas (controladoras, narcisistas, abusivas, castradoras, etc).
Para quem nunca ouviu falar, de um modo geral, pessoas tóxicas são as pessoas à nossa volta que nos sugam a energia e nos fazem sentir em baixo, com falta de confiança, depressão, entre outros sintomas físicos e psicológicos.
E quando estas pessoas tóxicas são, nada mais nada menos, que as nossas próprias mães a situação complica-se, especialmente quando delas ainda dependemos financeiramente.
As mães tóxicas vêem os filhos como se fossem uma propriedade delas e não como alguém possuidor de identidade própria, controlam (excesso de zelo), manipulam e fazem-nos pensar que nunca iremos ser felizes e ser alguém na vida. E a tendência geral é para que a relação entre mãe e filha/o se torne cada vez mais difícil conforme os filhos vão crescendo e ganhado a sua independência.
Costuma-se dizer que mãe é mãe mas isso, para mim, não desculpa nada. As mães não são donas dos filhos! E quando a relação chega a um ponto insustentável, ou seja, quando sentar e conversar passa a ser o mesmo que não fazer nada então aí a única solução é cortar relações.
Podem achar que é uma solução demasiado radical mas lá diz o povo: para grandes males, grandes remédios! A vossa sanidade mental está em primeiro lugar e aqueles que criticam e defendem que se deve perdoar tudo é porque, certamente, não tiveram as mães que algumas de nós tivemos.
E até posso falar no meu caso pessoal. A minha mãe é a típica mãe que nunca está satisfeita com nada. Por exemplo, ela (e não só) pressionava-me psicologicamente para arranjar emprego mas agora, em vez de estar satisfeita por finalmente ter conseguido um, não. Prefere antes reclamar das horas a que chego a casa (a minha hora de saída neste momento é à meia noite e, como devem calcular, não sou eu que escolho o meu horário de trabalho).
Já quando eu era pequena ela não gostava que eu brincasse com rapazes (fosse na rua ou no quintal da minha casa) e até chegou a trancar-me em casa de propósito! Mas quando eram raparigas aí, não só já podiam entrar em casa, como às vezes até a lanche tinham direito!
E isto são apenas alguns exemplos. As consequências que este tipo de educação me trouxe foram, entre outras, os 8 anos de bullying que passei na escola e o facto de, a 6 dias de fazer 25 anos, nunca ter tido namorado. Isso mesmo que vocês acabaram de ler! E quando estava interessada em alguém o medo de ser rejeitada falava sempre mais alto e acabava por não avançar mais. E já nem falo das vezes em que tive vontade de fugir de casa (e não foram poucas).
E este são apenas alguns exemplos. Nestes links poderão saber mais informações sobre mães tóxicas, ler outros testemunhos sobre o tema e fazer like nesta página de apoio a filhas de mães narcisistas.
Se preferirem, podem antes contar as vossas experiências aqui nos comentários (em anónimo ou com um nome fictício caso prefiram).
Se preferirem, podem antes contar as vossas experiências aqui nos comentários (em anónimo ou com um nome fictício caso prefiram).
Hall of Fame - Famosos Que Já Conheci
Hoje lembrei-me falar de algo que ainda não me tinha lembrado e, por isso, decidi falar-vos das figuras públicas com as quais já tive oportunidade de me cruzar.
Uma das pessoas que mais gostei de conhecer foi o Miguel Veloso, há dois anos, num treino aberto da seleção no estádio do Jamor. No final do treino os jogadores foram ter com o público e eu consegui um autógrafo e uma foto com ele.
Confesso que estava a tremer tanto que até teve que ser outra pessoa a tirar a foto mas de resto foi super simpático (além de ser ainda mais giro ao vivo).
Nesse mesmo treino aberto consegui também um autógrafo do Bruno Alves e como ele estava naquela bancada amovível (quem conhece o estádio sabe qual é) e nós (adeptos) estávamos cá em baixo não deu para tirar a foto.
A foto só a consegui recentemente e para isso tive que estar à noite à porta do hotel onde a equipa está hospedada neste momento, aqui em Cascais. São poucos os que entram pela entrada principal (a maioria entra pelo estacionamento) mas mesmo assim já fiquei contente por ter conseguido apanhar o Bruno Alves.
Também já conheci foi o Quim Barreiros nas Festas de Tires. Ele costuma atuar cá todos os anos e no final costuma dar autógrafos e tirar fotos com as pessoas. É uma pessoa acessível e sem tiques de vedeta (como muitas que andam por aí). Como não consegui encontrar a foto. Deixo-vos só o autógrafo (mas assim que a encontrar edito o post).
Outras pessoas que também já conheci mas das quais só tenho ou só o autógrafo ou só a foto são, por exemplo, a escritora Alice Vieira, que foi uma vez à minha escola andava eu no 5º ano. Ainda me lembro de pedir um papel e uma caneta emprestada a uma funcionária.
Também já tive o gosto de conhecer a Ana Bola, uma atriz que eu gosto imenso. Na altura ela fazia o Estado de Graça e as gravações decorriam no edifício dos Bombeiros Voluntários de Alcabideche quando a encontrei até estava caracterizada e tudo.
Por fim, temos ainda aqueles dos quais já estive perto ou só me cruzei com eles. Entre os quais:
Lili Caneças
Rita Guerra
Irmãs do Cristiano Ronaldo
Anselmo Ralph
Cristina Ferreira
Nuno Markl
Pedro Fernandes
Entre outros...
E vocês? Já conheceram alguma pessoa famosa? Contem a vossa experiência nos comentários.
Nem toda a gente quer ser magra!
Hoje venho falar de um assunto mais sério e com o qual me debato desde o dia em que nasci. Quando se fala em “peso” ou “dietas” a maioria das pessoas associa imediatamente à perda de peso e ignoram aqueles que, na verdade, precisam é de ganhar peso em vez de perdê-lo. Eu sou uma dessas pessoas. Pertenço à minoria (que, se calhar, não será bem uma minoria) cujo sonho é exatamente aquilo que a maioria das pessoas não quer: ganhar peso!
Nasci com 49cm e 2,750Kg e, logo nos meus primeiros tempos de vida, o médico apercebeu-se que eu iria ter tendência para ser magra. E, de facto, é verdade. Neste momento, estou com 1,65m e, sensivelmente, 40,5Kg e, por mais que me esforce, não consigo passar desta marca. Pronto, também não sou daquelas pessoas que está sempre a comer. Eu nunca fui de comer muito mas, de vez em quando, tenho aqueles picos em que parece que vou comer o mundo inteiro e outros em que só de olhar para a comida fico logo cheia! Mas de resto, como tudo o que me apetece. Nunca me proibi de comer determinada coisa só para não engordar.
Aliás, o que eu faço é precisamente o contrário: alimentos calóricos que muitas de vocês, se calhar, evitam eu como sem qualquer problema e adoro! E falo por exemplo de pratos que incluam feijão, chouriço (ADORO!), além de queijo (daqueles redondos e amarelos que a gente vai cortando quando precisa), presunto e claro, sem esquecer as famosas batatas fritas (feitas na frigideira), as pizzas, as lasanhas, entre outros alimentos que muitas de vocês provavelmente só poderão comer com os olhos. E quando andava no 7º ano, a meio da manhã comia sempre uma bola com creme, um mil-folhas ou outro bolo qualquer com creme ou de chocolate. E ainda hoje, não consigo passar muito tempo sem comer um pastel de nata, uns donuts ou outra guloseima qualquer. A questão é que nada disto parece ser o suficiente para me fazer ganhar peso!
Mas o pior nem é isto. O pior é quando aqueles que deviam ser os primeiros a apoiar-me, na verdade, ainda me põem mais para baixo só porque não passo 24/7 a enfardar comida! E refiro-me à minha própria família (em especial à minha mãe)! Sim, enquanto eu me esforço por (tentar) ganhar peso, a única coisa que ela sabe fazer é mandar bocas do género: tu até pagas para não comer ou tu não comes que é para não teres força para trabalhar! Quer dizer, eu faço tudo para ganhar peso, não consigo e no final ainda tenho que ouvir bocas? A sério, POUPEM-ME!! As pessoas criticam mas é só porque o problema não é com elas porque, se fosse, aí já baixavam a bola! E muitos se calhar não sabem que ganhar peso é muito MAS MUITO MAIS DIFÍCIL do que perdê-lo, acreditem!
E é claro que o facto de ter peso a menos acaba por influenciar uma série de coisas no dia-a-dia. A começar logo pela roupa. Por acaso até nem é muito o meu caso, porque um 36 arranja-se em todas as lojas. Mas pensem numa pessoa que veste um 34 ou até mesmo um 32 (equivalente ao XS e ao XXS). Quantas lojas é que essa pessoa terá de percorrer até encontrar uma que tenha tamanhos abaixo do S? E os cintos? Uma vez comprei um cinto nos chineses e tive que mandar acrescentar DOIS FUROS EXTRA num sapateiro para o poder usar! E sem falar naqueles tops decotados lindos (como por exemplo este aqui em baixo) que a gente vê numa loja mas que, depois de experimentar, chega à conclusão que esse top não nos favorece, simplesmente, porque não temos peito suficiente para encher o decote!
E até em entrevistas de emprego eu acabo por sair prejudicada só pela minha aparência (o que na minha terra, geralmente, se dá o nome de preconceito)! Uma pessoa vê o meu CV, fica interessada, mas depois olha para mim e desiste porque ninguém no seu perfeito juízo se lembra de me dar 24 anos! Acham que, só por ter aparência de 16 anos, que tenho mentalidade de 16 anos também! Por amor de Deus!
Mas o pior de tudo mesmo é o facto de a comunicação social não divulgar ABSOLUTAMENTE NADA para quem se debate com o mesmo problema que o meu. A maioria das marcas que vendem produtos e planos alimentares para emagrecer provavelmente também terão planos alimentares para quem pretende ganhar peso. Só que nunca os publicitam porquê? Porque partem sempre do princípio que ser magro é o sonho americano de toda a gente.
O que não deixa de ser engraçado, numa altura em que tanto se critica a magreza extrema das top-models! E, enquanto sou constantemente confrontada nos meios sociais com anúncios milagrosos para emagrecer, para ganhar peso, o que eu vejo é, simplesmente, ZERO!!! É quase como se estas pessoas fossem olhadas como criminosas só porque pretendem ser aquilo que quase ninguém quer ser! A sério, quantas marcas de produtos para ganhar peso é que conhecem? Quantas marcas é que fazem anúncios na televisão a prometer ganhe x quilos numa semana? A sério, QUANTAS???
Eu não quero que fiquem a pensar que sou insensível às pessoas que lutam diariamente para perder peso, porque não sou. O que eu gostava era que fosse dado o mesmo destaque e importância tanto aos que querem perder peso, como aos que querem ganhar. Porque, tanto um caso como o outro, são situações nada benéficas para a nossa saúde. Se, por um lado, o excesso de peso pode levar a problemas de hipertensão, diabetes, enfartes, AVC’s, etc., por outro, a falta dele (especialmente nas mulheres) pode inclusivamente levar à esterilidade (incapacidade de gerar filhos), uma vez que as menstruações deixam de aparecer e a estrutura óssea da pessoa pode não conseguir suportar uma gravidez.
Por isso, está mais do que na hora de “dar a palavra” e apoiar quem luta todos os dias contra o problema inverso da maioria da população mundial!
E vocês? Qual é que é a vossa opinião sobre este assunto? Não acham que estamos a chegar a um ponto de saturação de tantos anúncios milagrosos para perder peso e a deixar de lado aqueles que se debatem com o problema inverso?
Deixem a vossa opinião, partilhem o post e sigam-me nas redes sociais!
Aliás, o que eu faço é precisamente o contrário: alimentos calóricos que muitas de vocês, se calhar, evitam eu como sem qualquer problema e adoro! E falo por exemplo de pratos que incluam feijão, chouriço (ADORO!), além de queijo (daqueles redondos e amarelos que a gente vai cortando quando precisa), presunto e claro, sem esquecer as famosas batatas fritas (feitas na frigideira), as pizzas, as lasanhas, entre outros alimentos que muitas de vocês provavelmente só poderão comer com os olhos. E quando andava no 7º ano, a meio da manhã comia sempre uma bola com creme, um mil-folhas ou outro bolo qualquer com creme ou de chocolate. E ainda hoje, não consigo passar muito tempo sem comer um pastel de nata, uns donuts ou outra guloseima qualquer. A questão é que nada disto parece ser o suficiente para me fazer ganhar peso!
E é claro que o facto de ter peso a menos acaba por influenciar uma série de coisas no dia-a-dia. A começar logo pela roupa. Por acaso até nem é muito o meu caso, porque um 36 arranja-se em todas as lojas. Mas pensem numa pessoa que veste um 34 ou até mesmo um 32 (equivalente ao XS e ao XXS). Quantas lojas é que essa pessoa terá de percorrer até encontrar uma que tenha tamanhos abaixo do S? E os cintos? Uma vez comprei um cinto nos chineses e tive que mandar acrescentar DOIS FUROS EXTRA num sapateiro para o poder usar! E sem falar naqueles tops decotados lindos (como por exemplo este aqui em baixo) que a gente vê numa loja mas que, depois de experimentar, chega à conclusão que esse top não nos favorece, simplesmente, porque não temos peito suficiente para encher o decote!
Mas o pior de tudo mesmo é o facto de a comunicação social não divulgar ABSOLUTAMENTE NADA para quem se debate com o mesmo problema que o meu. A maioria das marcas que vendem produtos e planos alimentares para emagrecer provavelmente também terão planos alimentares para quem pretende ganhar peso. Só que nunca os publicitam porquê? Porque partem sempre do princípio que ser magro é o sonho americano de toda a gente.
O que não deixa de ser engraçado, numa altura em que tanto se critica a magreza extrema das top-models! E, enquanto sou constantemente confrontada nos meios sociais com anúncios milagrosos para emagrecer, para ganhar peso, o que eu vejo é, simplesmente, ZERO!!! É quase como se estas pessoas fossem olhadas como criminosas só porque pretendem ser aquilo que quase ninguém quer ser! A sério, quantas marcas de produtos para ganhar peso é que conhecem? Quantas marcas é que fazem anúncios na televisão a prometer ganhe x quilos numa semana? A sério, QUANTAS???
Por isso, está mais do que na hora de “dar a palavra” e apoiar quem luta todos os dias contra o problema inverso da maioria da população mundial!
E vocês? Qual é que é a vossa opinião sobre este assunto? Não acham que estamos a chegar a um ponto de saturação de tantos anúncios milagrosos para perder peso e a deixar de lado aqueles que se debatem com o problema inverso?
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